01/07/2009 (00:23) PRESIDENTE E PARTE DA DIRETORIA DO BARBALHA RENUNCIAM
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| Jorge Luís(foto: Toni Sousa) |
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A diretoria não tinha definição financeira para contratar.
Explodiu como uma bomba a notícia de que membros da diretoria do Barbalha renunciaram aos cargos nesta sexta-feira, dia 30 de junho. Além do presidente, Paulo Márcio e do diretor de futebol, Jorge Luís(foto), ainda assinaram a carta de renuncia o diretor de futebol amador, Gilson Alves Feitosa, o 1° tesoureiro, Chico Lira e o diretor de promoções e eventos, Angelo Antonio.
A nova diretoria havia sido anunciada no início de abril, com a promessa de reorganizar a Raposa formando uma equipe forte e competitiva. O diretor de futebol, Jorge Luís, também secretário da juventude e esporte de Barbalha, já havia destacado um projeto revolucionário para o esporte, cujo contemplava várias modalidades além do Barbalha Futebol Clube. Vários contatos já haviam sido feitos, porém nenhum acerto financeiro foi concretizado, pois ninguém sabia com quanto à equipe poderia contar para a disputa da terceirona.
Como não houve definição de empresas e principalmente da prefeitura municipal de Barbalha, alguns membros decidiram renunciar aos cargos. Há 45 dias do início da competição a diretoria da Raposa não sabe com quanto poderá contar financeiramente para disputar a 3ª divisão. Em 28 de maio o prefeito municipal, Zé Leite, o presidente do BFC, Paulo Márcio e o presidente da Liga Desportiva Barbalhense, Gilson Feitosa, assinaram e enviaram à FCF um termo de compromisso destacando que: “...como nos anos anteriores...não mediremos esforços para ver o representante da Terra dos Verdes Canaviais, ascender à elite do futebol cearense.” De lá para cá nenhum pronunciamento foi feito pelo prefeito sobre o assunto. Essa indefinição fez com que parte da diretoria renunciasse em uma carta renuncia que foi enviada na tarde desta terça-feira, dia 30 de junho, à FCF. Uma outra via da carta foi enviada ao prefeito Zé Leite.
Segundo Jorge Luís, ex-diretor de futebol e secretário municipal de esportes, não dava para contratar ninguém sem saber quanto poderia pagar. Jorge destacou ainda que espera que outra diretoria seja formada com pessoas que tenham condições financeiras para a manutenção da equipe ou que o poder público, em parceria com algumas empresas, possa colaborar para que o time dispute a competição.
As vésperas da terceirona a torcida fica apreensiva quanto à participação do Barbalha, pois a ausência poderá acarretar uma punição severa da FCF.
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Toni Sousa
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